Estruturas submersas para perifíton em tanques com bioflocos no cultivo de juvenis da tilápia do Nilo submetidos à restrição alimentar

Davi de Holanda Cavalcante, Francisco Roberto dos Santos Lima, Vanessa Tomaz Rebouças, Marcelo Vinícius do Carmo e Sá

Resumo


O objetivo do presente trabalho foi avaliar os possíveis benefícios da instalação de estruturas submersas para perifíton em tanques BFT (bioflocos) de juvenis de tilápia do Nilo, Oreochromis niloticus, submetidos à restrição alimentar (ração comercial). Os tratamentos experimentais em avaliação foram os seguintes: (1) BFT: tecnologia bioflocos para aquicultura sem restrição alimentar; (2) BFT-30: o mesmo que em (1), exceto pela restrição alimentar de 30%; (3) BP: tecnologia biofíton para aquicultura, isto é, integração entre bioflocos e perifíton em uma mesma unidade de cultivo, sem restrição alimentar; (4) BP-30: o mesmo que em (3), mas com restrição alimentar de 30%. As estruturas submersas para perifíton nos tanques BP e BP-30 não foram capazes de reduzir as concentrações de amônia, nitrito, nitrato e fósforo reativo da água, além dos respectivos níveis observados nos tanques BFT e BFT-30. As estruturas submersas para perifíton nos tanques BP e BP-30 não afetaram de modo significativo o desempenho animal. A instalação de estruturas submersas para perifíton, em tanques com bioflocos submetidos à restrição alimentar, não trouxe benefícios para qualidade da água, microbiologia da água e desempenho zootécnico da tilápia.

Palavras-chave


aquicultura; bioflocos; sustentabilidade ambiental

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