Produção de pastos de capim-mombaça submetidos a alturas de resíduo

Ana Luiza Silva Carvalho, Janaina Azevedo Martuscello, Otávio Goulart de Almeida, Thiago Gomes dos Santos Braz, Daniel de Noronha Figueiredo Vieira da Cunha, Liana Jank

Resumo


O experimento foi conduzido, objetivando-se avaliar estratégias de manejo em pastos de capim-mombaça (Panicum maximum) sob lotação intermitente, submetidos a diferentes alturas de resíduo. O delineamento utilizado foi em blocos casualizados, com dois tratamentos (duas diferentes alturas de resíduo pós-pastejo - 30 e 50 cm) e três repetições. Foram avaliadas a altura do pasto no pré e no póspastejo, a massa e o acúmulo de forragem, os períodos de descanso, de ocupação, a produção dos componentes morfológicos do pasto, a produção de leite e a qualidade da forragem. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias foram comparadas pelo teste F a 5% de probabilidade. Para tratamentos com intensidade de pastejo mais severa, notou-se maior intervalo de pastejo. Encontrou-se maior acúmulo de forragem para pastos manejados com altura de 50 cm de resíduo de pastejo. Para massa de forragem no pós-pastejo, obteve-se maior produção e maior porcentagem de folhas para o resíduo de 50 cm, bem como maiores teores de PB e digestibilidade para folhas e colmos, e menores teores de lignina e FDN. Para manejo de pastos de capim-mombaça, recomenda-se a altura de 50 cm de resíduo, por promover maior produção de leite por animal e maior número de ciclos de pastejo, garantindo melhor aproveitamento da área.

Palavras-chave


desfoliação; sistema de pastejo; pasto

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