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ZABOTT et al.

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Arq. Ciênc. Vet. Zool. UNIPAR, Umuarama, v. 20, n. 1, p. 19-22, jan./mar. 2017

Helmintofauna de Didelphis albiventris...

ISSN: 1982-1131

HELMINTOFAUNA DE Didelphis albiventris (LUND, 1841) NO 

MUNICÍPIO DE PALOTINA, PARANÁ, BRASIL

Marivone Valentim Zabott

1

Simone Benghi Pinto

2

Aline de Marco Viott

3

Leonardo Gruchouskei

4

Laura Helena França de Barros Bittencourt

5

ZABOTT, M. V.; BENGHI PINTO, S.; VIOTT, A. de M.; GRUCHOUSKEI, L.; BITTENCOURT, L. H. F. de B. Helmin-

tofauna de Didelphis albiventris (Lund, 1841) no município de Palotina, Paraná, Brasil. 

Arq. Ciênc. Vet. Zool. UNIPAR

Umuarama, v. 20, n. 1, p. 19-22, jan./mar. 2017.

RESUMO: Entre fevereiro de 2009 a abril de 2011, nove exemplares adultos (sete machos e duas fêmeas) de Didelphis 

albiventris (Lund, 1841), foram encontrados mortos por atropelamento no município de Palotina, Paraná. Os animais foram 

encaminhados para necropsia e coleta de material. Os parasitos encontrados foram fixados em formol acético e, posterior-

mente identificados. Os nove gambás estavam parasitados por helmintos, com predominância para o filo Nemathelminthes 

(66%), seguido por Acanthocephala (17%) e Platyhelminthes (17%). Foram isolados os seguintes helmintos e respectivas 

prevalências: Turgida turgida (89%) no estômago; Cruzia tentaculata (44%), Aspidodera sp. (22%) e Trichuris sp. (11%) 

no intestino grosso; Hamanniella microcephala (78%) e Rhopalias coronatus (11%) no intestino delgado. Em 80% dos D. 

albiventris ocorreu a associação parasitária entre, no mínimo, duas espécies de helmintos.

PALAVRAS-CHAVE: Atropelados. Didelphis albiventris. Hemintos.

Didelphis albiventris 

(LUND, 1841) HELMINTHS IN THE CITY OF PALOTINA, PARANÁ, BRAZIL

ABSTRACT: From February 2009 to April 2011, nine adult specimens (seven male and two female) of Didelphis albiventris 

(Lund, 1841) were found dead by roadkill in Palotina, Paraná. The animals were submitted for necropsy and collection of 

material. The parasites found were fixed in formalin acetic acid and subsequently identified. The nine opossums were parasi-

tized by helminths, predominantly belonging to the Nemathelminthes (66%) phylum, followed by Acanthocephala (17%) and 

Platyhelminthes (17%). The following helminths were isolated and their prevalences were as follows: Turgida turgida (89%) 

in the stomach; Cruzia tentaculata (44%), Aspidodera sp. (22%) and Trichuris sp. (11%) in the large intestine; Hamanniella 

microcephala (78%) and Rhopalias coronatus (11%) in the small intestine.Parasitic association between at least two helminth 

species occurred in 80% of D. albiventris samples.

KEYWORDS: Didelphis albiventris. Helminths. Roadkill.

HELMINTOFAUNA DE Didelphis albiventris (LUND, 1841) EN EL MUNICIPIO DE PALOTINA, PARANA, 

BRASIL

RESUMEN: De febrero de 2009 a abril de 2011, nueve ejemplares adultos (siete machos y dos hembras) de Didelphis albi-

ventris (Lund, 1841), fueron encontrados muertos por arrollamiento en el municipio de Palotina, Paraná. Los animales fueron 

enviados para necropsia y colecta de material. Los parásitos encontrados fueron fijados en formol acético, y posteriormente 

identificados. Las nueve zarigüeyas estaban parasitadas por helmintos, especialmente por Nemathelminthes (66%), seguido 

de Acanthocephala (17%) y Platyhelminthes (17%). Fueron aislados los siguientes helmintos y sus respectivas prevalencias: 

Turgida turgida (89%) en el estómago; Cruzia tentaculata (44%), Aspidodera sp. (22%) y Trichuris sp. (11%) en el intestino 

grueso; Hamanniella microcephala (78%) y Rhopalias coronatus (11%) en el intestino delgado. En 80% de los D. albiventris 

ocurrió la asociación parasitaria entre al menos dos especies de helmintos. 

PALABRAS CLAVE: Arrollados. Didelphis albiventris. Helmintos.

DOI: https://doi.org/10.25110/arqvet.v20i1.2017.6315

1

Docente em Parasitologia Veterinária, Departamento de Biociências, Universidade Federal do Paraná – Setor Palotina, PR, 85950-000, Brasil. 

Email: marvalentim@ufpr.br

2

Docente em Imunologia Veterinária, Departamento de Biociências, Universidade Federal do Paraná – Setor Palotina, PR, 85950-000, Brasil. 

Email: sbenghi@yahoo.com.br

3

Docente em Patologia Veterinária, Departamento de Medicina Veterinária, Universidade Federal do Paraná – Setor Palotina, PR, 85950-000, Brasil. 

Email: viott@ufpr.br

4

Médico Veterinário, Técnico em Anatomia e necrópsia, Universidade Federal da Fronteira Sul – Campus Realeza, PR, 85770-000, Brasil. 

Email: leogruchouskei@gmail.com

5

Docente em Parasitologia e Doenças Parasitárias, Curso de Medicina Veterinária, Centro Universitário da Fundação Assis Gurgacz, PR, 85806-095, Brasil. 

Email: laura.h.f.b@hotmail.com

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Helmintofauna de Didelphis albiventris...

ZABOTT et al.

ISSN: 1982-1131

Introdução

Didelphis  albiventris  (Lund, 1841) ou gambá-de-

-orelha-branca é um mamífero pertencente à ordem Didel-

phimorphia,  que  apresenta  ampla  distribuição  na América 

do Sul e vive nas matas primárias e secundárias, banhados, 

capões e áreas de lavouras onde existam árvores. A ampla 

distribuição de Didelphis albiventris (D. albiventris) está re-

lacionada à sua alta adaptabilidade a diferentes nichos eco-

lógicos, principalmente naqueles com elevado grau de ação 

antrópica. Apresenta hábito solitário e noturno, por ser oní-

voro e oportunista, adapta-se facilmente a diferentes ambien-

tes, apresentando alta sinantropia, convivendo com o homem 

no meio rural e nas cidades, a sua presença está relacionada 

à degradação do ambiente pelo homem (ANTUNES, 2005; 

CUBAS et al., 2006).

Essas características tornam o gambá-de-orelha-

-branca um disseminador, em potencial, de doenças entre 

os animais silvestres, domésticos e seres humanos. O gêne-

ro Didelphis é reconhecido por muitos pesquisadores como 

importante reservatório de Trypanosoma cruzi nos focos 

naturais de infecção e atuando como elo entre o ambiente 

silvestre e o domicílio (RIBEIRO, et al., 1987; CAÑEDA-

-GUZMÁN, 1997; ANTUNES, 2005; CUBAS et al., 2007, 

SALVADOR et al., 2007, OLIVEIRA et al., 2010; ROQUE; 

JANSEN, 2014).  

Diversas espécies de helmintos têm sido relatadas 

parasitando o trato digestório de D. albiventris (BICALHO, 

et al., 1990; QUINTÃO E COSTA, 1999; ANTUNES, 2005; 

HUMBERG, et al., 2011), podendo os mesmos apresentar 

sinais relacionados principalmente a enterogastrite, oclusões 

e perfurações intestinais (HUMBERG, et al., 2011). Martí-

nez (1986; 1987) coletou Cruzia tentaculata (C. tentaculata

no intestino grosso e Hamanniella microcephala no intes-

tino delgado de D. albiventris oriundos do nordeste argen-

tino. Santa Cruz et al. (2002), ao realizarem a necropsia de 

25 exemplares de D. albiventris (13 machos e 12 fêmeas), 

oriundos  de  Corrientes,  na Argentina,  identificaram  os  se-

guintes helmintos: Didelphostrongylus hayesiTurgida tur-

gidaTrichuris sp. e C. tentaculata

Bicalho et al. (1990) registraram Physaloptera sp., 

Rhopalias sp., Viannaia sp., Cruzia sp. e Aspidodera sp. em 

D. albiventris capturados em Belo Horizonte. Quintão e Sil-

va e Costa (1999), verificaram a presença de Rhopalias co-

ronatus (R. coronatus),  Brachylaema migrans,  Aspidodera 

raillietiC. tentaculataT. turgidaGongylonema sp., Vian-

naia hamataTravassostrongylus orloffi, Trichuris didelphis 

Capillaria sp. em 22 exemplares de D. albiventris, captura-

dos na cidade de Belo Horizonte. 

Antunes (2005), ao realizar a necropsia de 30 exem-

plares de D. albiventris no município de Pelotas, registrou a 

presença dos seguintes parasitos: Capillaria spp., D. hayesi

T. turgidaGnathostoma sp., T. orloffiV. hamataTrichuris 

minutaT. didelphisC. tentaculataAspiodera railietiEchi-

nostoma revolutumPlagiorchis didelphidis, R. coronatusR. 

baculiferBrachylaema migrans, Didelphodiplostomum va-

riabile, H. microcephala e Centrorhynchus sp. O parasitismo 

por T. turgida em D. albiventris, no estado do Mato Grosso 

do Sul, foi relatado por Humberg et al. (2011).

Com relação aos achados parasitológicos de D. al-

biventris no estado do Paraná, poucos são os dados conheci-

dos, nas fontes pesquisadas nenhum registro foi encontrado 

sobre a prevalência de parasitos em populações naturais de 

D. albiventris, no município de Palotina. O objetivo desse 

trabalho é relatar a ocorrência de parasitismo por helmintos 

em D. albiventris, mortos por atropelamento, no município 

de Palotina, Paraná. 

Material e Métodos

Foram examinados nove exemplares de D. albiven-

tris, recolhidos mortos por atropelamento (licença do IBA-

MA número 21451-2), provenientes do município de Palo-

tina, PR, no período de fevereiro de 2009 a abril de 2011. 

Esses animais foram encaminhados ao laboratório de Patolo-

gia Veterinária da UFPR – Setor Palotina para a realização da 

necropsia. Os parasitos encontrados foram fixados em formol 

acético, para posterior preparação e identificação no labora-

tório de Parasitologia Veterinária e Doenças Parasitárias do 

Setor Palotina. Os parasitos foram identificados segundo Vi-

cente et al. (1997), Tatcher (1993) e Petrochenko (1971). Os 

parâmetros  de  prevalência,  intensidade  média,  intensidade 

máxima e abundância foram calculados segundo Margolis et 

al(1982).

Resultados

Do total de gambás analisados 78% eram machos e 

22% fêmeas. Os animais necropsiados apresentavam bom es-

tado nutricional e a autólise moderada. Os nove exemplares 

de  D. albiventris encontravam-se parasitados. Foram cole-

tados helmintos de três grupos taxonômicos, com predomi-

nância para o filo Nemathelminthes (66%), seguido dos filos 

Acanthocephala (17%) e Platyhelminthes (17%). 

Os parasitos isolados foram: Turgida turgida (89%) 

no estômago; Cruzia tentaculata (44%), Aspidodera sp. 

(22%) e Trichuris  sp. (11%) no intestino grosso; Haman-

niella microcephala (78%) e Rhopalias coronatus (11%) no 

intestino delgado (Tabela 1). Entre os nematódeos a maior 

prevalência foi constatada para T. turgida (53%), seguida por 

C. tentaculata (27%). Em 80% dos exemplares de D. albi-

ventris  ocorreu  à  associação  parasitária  entre,  no  mínimo, 

duas espécies de helmintos.

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ISSN: 1982-1131

Tabela 1: Helmintos parasitos de Didelphis albiventris (Lund, 1841)mortos por atropelamento, de fevereiro de 2009 a abril 

de 2011, no município de Palotina, Paraná.

Espécies

Prevalência (%)

Intensidade média Intensidade máxima

Abundância

Turgida turgida

89

5,87

12

5,22

Cruzia tentaculata

44

16,5

00

46

7,33

Aspidodera sp.

22

8,5

0

11

1,88

Trichuris sp.

11

1,0

0

01

0,11

Hamanniella microcephala

78

2,71

05

2,11

Rhopalias coronatus

11

10,0

00

10

1,11

Discussão

O desvio elevado observado para os machos (7:2), 

encontrados atropelados, provavelmente está relacionado ao 

fato dos machos de D. albiventris apresentarem uma área de 

vida maior do que as fêmeas. A maior ocorrência de atrope-

lamentos foi observada nos meses de abril (56%) e fevereiro 

(22%). Oliveira et al. (2010) ao avaliarem o estudo popula-

cional de D. albiventris em um pequeno fragmento florestal 

dentro de uma propriedade rural, no Estado de São Paulo, 

observaram um desvio elevado para machos (7:1), principal-

mente entre machos jovens, no período de dezembro a julho. 

Segundo os autores os machos de D. albiventris movimen-

tam-se mais entre os diferentes fragmentos, com o escopo de 

realizar novas colonizações. 

Foram coletados helmintos de três grupos taxo-

nômicos, com predominância para o filo Nemathelminthes 

(66%), seguido dos filos Acanthocephala (17%) e Platyhel-

minthes (17%), resultados semelhantes foram encontrados 

por Antunes (2005) ao avaliar a helmintofauna de 30 gam-

bás, destes 14 foram recolhidos mortos por atropelamento 

e 16 capturados em armadilhas no município de Pelotas e 

adjacências. Entre os nematoides a maior prevalência neste 

estudo foi constatada para T. turgida (89%), seguida por C. 

tentaculata (44%), discordando de Antunes (2005) que ob-

servou uma prevalência de 93,33% para C. tentaculata segui-

da por Aspidodera raillieti (83,33%). 

Turgida turgida  é  um  nematódeo  pertencente  à 

família  Physalopteridae,  que  várias  espécies  de  mamíferos 

como hospedeiros definitivos, os adultos da referida espécie 

vivem  ligados  à  parede  do  estômago.  Insetos  pertencentes 

às ordens Orthoptera e Coleoptera servem como hospedeiros 

intermediários para esse parasito, sendo que répteis e anfí-

bios têm sido relatados como hospedeiros paratênicos (WID-

MER, 1970; ANDERSON, 2000). T. turgida já foi citada em 

D. albiventris no Brasil por Noronha et al. (2001), Antunes 

(2005) e Humberg et al. (2011). Nettles et al. (1975) relata-

ram que o parasitismo intenso por T. turgida em Didelphis 

marsupialis  pode  estar  associado  à  anemia,  perda  de  peso 

e em casos graves úlceras gástricas (GRAY; ANDERSON, 

1982).

Cruzia tentaculata foi o segundo nematoide mais 

encontrado nesta pesquisa, com prevalência de 44%. A re-

ferida espécie já foi citada em D. albiventris no Brasil por 

Quintão e Silva (1995), Quintão e Silva e Costa (1999) e 

por Antunes (2005). Cruzia tentaculata já foi descrito como 

endoparasito de tatus de vida livre no Paraguai (FUJITA, et 

al., 1995). Em gambás esses parasitos se alojam no intestino 

grosso, mais precisamente no ceco, e em casos de infestação 

grave causam tiflite (MOLLERICONA; NALLAR, 2014). 

Hamanniella microcephala (H. microcephala) foi o 

único parasito do filo Acantocephala encontrado e 78% dos 

animais necropsiados apresentavam a forma adulta desse pa-

rasito no intestino delgado. H. microcephala foi citada como 

parasito de D. albiventris pela primeira vez no Brasil por 

Antunes e Brum (2005), sendo que dos 30 animais avalia-

dos pelos pesquisadores, somente 3,3% deles encontravam-

-se parasitados por essa espécie. A H. microcephala tem um 

ciclo heteroxeno e possui insetos das ordens Orthoptera e 

Dermaptera como hospedeiros intermediários (NAVONE; 

SURIANO 1992). Acredita-se que a alta frequência desse pa-

rasito esteja associada à grande presença desses hospedeiros 

intermediários na região de Palotina aliada ao hábito alimen-

tar insetívoro de D. albiventris

Conclusões

Relata-se, pela primeira vez, a ocorrência de para-

sitismo por Turgida turgida, Cruzia tentaculata, Aspidodera 

sp.,  Trichuris  sp.,  Hamanniella microcephala e Rhopalias 

coronatus em Didelphis albiventris, mortos por atropelamen-

to, no município de Palotina, Paraná, Brasil.

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Recebido em: 16.11.2016

Aceito em: 20.04.2017

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