Crescimento e sobrevivência da ostra de fundo, Crassostrea gasar, cultivada no nordeste e sul do Brasil

Jefferson Francisco Alves Legat, Angela Puchnick-Legat, Fabíola Helena dos Santos Fogaça, Cláudio Rudolfo Tureck, Simone Suhnel, Claudio Manoel Rodrigues de Melo

Resumo


Este estudo avaliou o crescimento, a sobrevivência e o tempo para atingir o tamanho mínimo de comercialização (50 mm altura da concha), da ostra-de-fundo Crassostrea gasar com sementes produzidas em laboratório. As áreas de cultivo foram localizadas nos Estados do Maranhão [1-Morro do Meio (MM); 2-Torto (TT)] e Santa Catarina [1-São Francisco do Sul (SFS); 2-Florianópolis (SB)]. Oito mil sementes foram transferidas para cada local e cultivadas entre junho de 2012 e julho de 2013. O crescimento dos indivíduos em Santa Catarina foi superior ao observado no Maranhão (p<0,05). O tempo ideal de cultivo foi de 8 meses, quando os animais apresentaram média de altura da concha de 71,96(±8,05) mm em SFS; 55,31(±6,05) mm em SB; e 46,92(±9,11) mm no TT. A área do Morro do Meio (MM) foi considerada inadequada para o cultivo de C. gasar devido ao baixo crescimento ao final de 13 meses 36,20(±12,40) mm. As taxas de sobrevivência variaram entre: 79,82-99,69% em SFS; 80,00-99,81% em SB; 90,59-98,21% no TT; e 64,98-96,54% no MM.

Palavras-chave


peso total; altura de concha; cultivo; ostra nativa; Crassostrea gasar

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DOI: http://dx.doi.org/10.20950/1678-2305.2017v43n2p172

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