Explorando o papel das variantes genéticas na suscetibilidade ao estresse oxidativo e no risco de doenças
Rehman, S. UAshraf, J. MBeg, M. M. AAhmad, HMohamed, Y. SApsamatov, NMakambaev, AOsmonaliev, K
O estresse oxidativo, resultante de um desequilíbrio entre a produção de espécies reativas de oxigênio (EROs) e os mecanismos de defesa antioxidante do organismo, está envolvido em diversos processos fisiológicos e patológicos. Fatores genéticos desempenham um papel significativo na determinação da suscetibilidade de um indivíduo ao estresse oxidativo e aos distúrbios a ele associados. Esta revisão explora a interação entre estresse oxidativo e genética, destacando a influência de polimorfismos genéticos em enzimas e vias antioxidantes essenciais, como superóxido dismutase (SOD), glutationa peroxidase (GPx), catalase (CAT) e o eixo de sinalização NRF2-KEAP1, na suscetibilidade ao estresse oxidativo. Além disso, discute-se o impacto das variantes genéticas relacionadas ao estresse oxidativo no desenvolvimento e na progressão de diversas doenças, incluindo distúrbios neurodegenerativos, doenças cardiovasculares, câncer e síndromes metabólicas. Compreender a complexa relação entre o estresse oxidativo e a genética é essencial para elucidar os mecanismos da doença, identificar potenciais biomarcadores e desenvolver intervenções terapêuticas personalizadas direcionadas às vias relacionadas ao estresse oxidativo.
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